''[...] também começou a mudar, como ele foi forçado a encarar a sua própria solidão em mundo em que reina a individualidade.''
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Passos sobre a verdade e a desilusão.
Ando perdido ultimamente pelos vastos campos da minha mente, vasculhando memórias de pessoas, situações e afins, tentando buscar certos sentidos, procurando entender se eu realmente amo algo. Será que eu sinto algo até por aquilo que faz parte da minha rotina, da minha convivência no dia-a-dia ? Sinto que sou frio com pessoas próximas a mim, que sou feito pedra perante sentimentos, não demonstro sentimentalismo perante situações ao qual eu deveria mostrar que me importo, sinto que sou hipócrita comigo mesmo, sendo falso em vários momentos. Se sinto algo, dura meros dias ou até semanas. Tenho me lembrado bastante de algo que eu escutei e que criou raízes em minha memória, é a seguinte frase: Viver sozinho é pedir para se jogar no Abismo.
Nesse abismo eu mergulhei, e digo, pulei com vontade. Minha fibra neural sobre tais fatos já deve estar feito cordas de aço, de tanto que venho repetindo essas ações, mas acho que não estou sendo nada mais e nada menos do que eu mesmo.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Mais uma vez...
...eu corro, fujo para longe como um covarde, é uma guerra sentimental, um duelo sangrento e doloroso ao qual eu não consigo vencer.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
''...a estrela do entardecer deve estar morrendo, emitindo sua pálida cintilância sobre a pradaria, antes da chegada da noite que abençoa a terra, escurece os rios, recobre os picos e oculta a última praia e ninguém, ninguém sabe o que vai acontecer a qualquer pessoa, além dos desamparados e andrajos da velhice {...}''
On The Road.
On The Road.
Momentos
A luz de fora ilumina bem as folhas do seu livro, não precisando assim acender um abajur ou qualquer coisa do tipo, a luz laranjada de fora é bem vista no meio da escuridão, é bem vinda junto com essa leve brisa. Um café como estimulante, é uma boa acompanhante, textos e frases lidas e relidas, palavras de grande efeito enquanto venho tentando desvendar o mundo proibido, escondido atrás de cada interpretação. Assim mais uma noite como outras qualquer, tentando contorcer a rotina através de movimentos e estratégias diferentes, mas sempre é o mesmo fraco e doentio resultado de sempre. Estranho mundo, estranha vida, tudo é um tanto estranho, porém as vezes eu gosto dessa estranheza, as vezes eu a odeio. As vezes quero um ponto final, mas é sempre a vírgula que arremata minha decisão. Ao som de uma boa música, em um volume cujo qual está perfeito, tentando querer saber ao qual mundo eu pertenço, tipo aqueles momentos aonde fazemos um pensamento criativo e intelectual com a trilha sonora perfeita. Acho que assim posso detalhar esses meus último momentos, as últimas horas para ser exato. Lendo e relendo uma ideia escrita, tentando me sentir mais livre ao fazer isso, revelar um pouco o que me afeta. Já pensando se alguém realmente vai ler isso, MAS de que importa isso não é mesmo ? Mundo estranho, mundo louco. Aqui adormece apenas um pouco da minha insanidade mental, a minha palavra não dita e a minha loucura não realizada.
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